TI e Portal de Compras: como integrar SAP, ERP e atender à Lei 13.303

TI e Portal de Compras: como integrar SAP, ERP e atender à Lei 13.303

Time de TI escolhendo um portal
Time de TI escolhendo um portal

Para gestores de TI, implementar uma solução de compras não significa apenas escolher uma plataforma com bons recursos. Em empresas públicas e sociedades de economia mista, a decisão envolve requisitos de governança, segurança, integração, rastreabilidade e aderência aos processos internos. 

Nesse cenário, a Lei 13.303, conhecida como Lei das Estatais, adiciona uma camada importante de complexidade. O sistema utilizado para apoiar as compras precisa acompanhar regras e fluxos específicos, sem criar obstáculos para a operação ou aumentar desnecessariamente a carga sobre a equipe de tecnologia. 

É justamente nesse ponto que a integração entre um portal de compras e o ERP, especialmente o SAP, ganha relevância. 

Mais do que automatizar uma etapa do processo de compras, uma solução integrada precisa funcionar como uma extensão do ecossistema tecnológico da organização. E, para isso, personalização, integração bidirecional e flexibilidade deixam de ser diferenciais e passam a ser requisitos estratégicos. 

O que a Lei 13.303 exige das empresas estatais? 

Lei nº 13.303/2016 estabelece regras específicas para empresas públicas, sociedades de economia mista e suas subsidiárias. Entre outros aspectos, a legislação trata de governança, licitações e contratos, buscando ampliar a transparência, a eficiência e o controle das contratações. 

Na prática, isso significa que o processo de compras precisa ser estruturado de forma que permita maior controle sobre etapas como solicitação, aprovação, seleção de fornecedores, negociação, contratação e acompanhamento. 

Para a TI, o desafio está em transformar esses requisitos de negócio e governança em fluxos tecnológicos funcionais. 

Um portal de compras precisa conversar com os sistemas corporativos existentes, respeitar as regras internas e permitir que as informações sejam registradas e rastreadas. 

Quando isso não acontece, surgem processos paralelos, planilhas, controles manuais e integrações improvisadas. O resultado é conhecido: mais retrabalho para os usuários, maior risco operacional e aumento do backlog da TI. 

O portal de compras precisa se adaptar à empresa, não o contrário 

Um dos principais problemas na implantação de plataformas corporativas é a necessidade de adaptar a operação da empresa às limitações da ferramenta. 

Para uma organização submetida a requisitos específicos de governança, isso pode ser ainda mais crítico. 

Imagine uma empresa que já possui processos definidos, estrutura de aprovação, regras orçamentárias, sistemas corporativos e uma identidade institucional consolidada. Ao implementar um portal de compras, a solução deveria se conectar a esse ambiente e não obrigar a organização a reconstruir seus processos para se adequar à plataforma. 

É por isso que um portal 100% customizável pode fazer diferença. 

No Usemol, a proposta é oferecer um portal de compras dedicado à operação da empresa, com possibilidade de parametrização de elementos como identidade visual, fluxos e configurações específicas. 

Isso também pode incluir a utilização de um domínio próprio e exclusivo, fortalecendo a governança digital e permitindo que fornecedores tenham uma experiência alinhada à identidade da organização. 

Para o gestor de TI, essa característica representa mais controle sobre a solução e maior capacidade de adequá-la ao ambiente tecnológico existente. 

Integração entre portal de compras e ERP: por que ela é tão importante? 

Um dos maiores ganhos da integração é eliminar a necessidade de transferir manualmente informações entre sistemas. 

Sem integração, uma requisição pode nascer no ERP, ser copiada para uma plataforma de compras, gerar propostas em outro ambiente e depois precisar retornar ao sistema corporativo para continuidade do processo. 

Cada transferência manual representa uma oportunidade para erros, inconsistências e atrasos. 

Com uma integração estruturada, o fluxo pode ser automatizado. 

A requisição criada no sistema corporativo pode chegar ao portal de compras. Depois, informações relacionadas ao processo de cotação, aprovação, negociação e pedido podem retornar ao ambiente interno conforme as regras definidas. 

Essa comunicação reduz o retrabalho e cria uma conexão mais consistente entre Compras, TI, Financeiro e áreas requisitantes

Além disso, a integração permite preservar o ERP como fonte dos dados corporativos que precisam permanecer centralizados, enquanto o portal assume as funcionalidades relacionadas à operação de compras. 

Integração com SAP: conectando compras e sistemas corporativos 

Para organizações que utilizam SAP, a integração é especialmente relevante. 

O SAP frequentemente concentra informações críticas para a operação, como dados de materiais, fornecedores, centros de custo, requisições, pedidos e informações financeiras. Por isso, implantar uma plataforma de compras isolada pode criar uma camada de trabalho para a TI. 

A proposta do Usemol é permitir uma integração nativa e bidirecional com SAP e outros sistemas corporativos, possibilitando que os dados circulem entre os ambientes de acordo com as necessidades da operação. 

Essa comunicação pode contemplar diferentes momentos do processo, como: 

  • Requisições de compra; 
  • Fluxos de aprovação; 
  • Dados de fornecedores; 
  • Pedidos de compra; 
  • Informações relacionadas ao processo de sourcing; 
  • Regras e travas orçamentárias; 
  • Documentos fiscais; 
  • Arquivos XML de notas fiscais; 
  • Retorno de informações ao ERP. 

Dependendo da arquitetura e das necessidades da empresa, os processos podem trabalhar de forma síncrona ou assíncrona, permitindo que a integração seja desenhada de acordo com o cenário tecnológico existente. 

O ponto principal é evitar que o portal de compras se transforme em mais um sistema isolado. 

Menos customização no ERP, mais autonomia para a TI 

Para muitos gestores de TI, uma das grandes preocupações ao implementar uma nova solução é o impacto sobre a arquitetura existente. 

Cada nova customização em um ERP pode representar esforço de desenvolvimento, testes, manutenção, documentação e atualização. 

Quando a solução externa não possui flexibilidade, a empresa pode acabar direcionando grande parte desse esforço para adaptar seus sistemas internos. 

Um portal de compras 100% customizável muda essa lógica. 

Em vez de concentrar toda a adaptação no ERP, parte da parametrização pode ser realizada no próprio portal, respeitando as regras e necessidades da organização. 

Isso ajuda a reduzir o backlog de customizações da TI e permite que a equipe concentre seus esforços em projetos estratégicos, segurança, infraestrutura, dados e evolução do ambiente tecnológico. 

Governança, segurança e rastreabilidade no processo de compras 

Para empresas submetidas à Lei 13.303, tecnologia e governança precisam caminhar juntas. 

Um processo de compras digital deve proporcionar rastreabilidade das etapas, facilitar o acompanhamento das informações e reduzir a dependência de controles paralelos. 

Nesse sentido, a tecnologia pode contribuir para que a organização tenha maior visibilidade sobre o processo, desde a solicitação até a negociação e o pedido. 

A integração com o ERP também é importante porque reduz a duplicidade de informações. Quando os sistemas estão conectados, a organização consegue trabalhar com fluxos mais estruturados e diminuir a necessidade de controles manuais. 

Para a TI, isso significa não apenas automatizar processos, mas contribuir para uma arquitetura corporativa mais organizada. 

Portal dedicado: personalização também é governança 

Quando falamos em personalização, não estamos falando apenas de colocar a logomarca da empresa em uma plataforma. 

Para uma organização pública ou de economia mista, ter um ambiente dedicado pode representar maior aderência à identidade institucional e aos processos internos. 

No Usemol, o conceito de portal 100% dedicado permite personalizar a experiência do ambiente de compras de acordo com as características da organização. 

A identidade visual pode ser aplicada ao portal, assim como configurações específicas da operação. O uso de domínio próprio também contribui para criar uma experiência mais integrada ao ecossistema digital da empresa. 

Assim, o fornecedor acessa um ambiente que faz parte da operação da organização, enquanto a TI mantém maior controle sobre a estrutura tecnológica da solução. 

O que a TI deve avaliar antes de contratar um portal de compras? 

Antes de escolher uma plataforma, o gestor de TI deve olhar além da quantidade de funcionalidades comerciais. 

Algumas perguntas são fundamentais: 

A solução integra com o ERP utilizado pela empresa? 

A capacidade de integração com SAP e outros sistemas deve ser analisada desde o início do projeto. 

A comunicação é bidirecional? 

Não basta enviar informações para o portal. É importante entender como os dados retornam ao ambiente corporativo. 

A plataforma suporta os processos atuais da organização? 

Quanto maior a capacidade de parametrização, menor tende a ser a necessidade de alterar processos internos para se adaptar à ferramenta. 

É possível utilizar identidade visual e domínio próprio? 

Para organizações com forte governança institucional, esse aspecto pode ser relevante para a experiência dos fornecedores. 

Como ficam as regras orçamentárias e os fluxos de aprovação? 

A integração precisa respeitar as regras existentes e evitar que controles importantes sejam duplicados ou realizados manualmente. 

A solução reduz ou aumenta o trabalho da TI? 

Uma nova plataforma deve solucionar problemas, não criar um novo backlog de integrações e customizações. 

TI estratégica começa com sistemas que conversam entre si 

A transformação digital da área de Compras não depende apenas da aquisição de uma nova ferramenta. Ela depende da capacidade de conectar pessoas, processos, dados e sistemas. 

Para empresas públicas e sociedades de economia mista, esse desafio ganha ainda mais importância diante das exigências de governança associadas à Lei 13.303

Nesse contexto, o portal de compras precisa ser flexível o suficiente para acompanhar a organização e, ao mesmo tempo, integrado ao ambiente tecnológico existente. 

Usemol foi desenvolvido com essa visão: um ecossistema de e-procurement que combina automação dos processos de compras, personalização e integração com os sistemas corporativos. 

Com portal 100% dedicado e customizável, integração bidirecional com SAP e outros ERPs, suporte a diferentes fluxos de informação e possibilidade de trabalhar com processos síncronos ou assíncronos, a solução busca reduzir a complexidade operacional sem transformar a TI em um gargalo para a evolução de Compras. 

Para o gestor de TI, a pergunta deixa de ser apenas “qual portal de compras oferece mais funcionalidades?” e passa a ser: 

“Qual solução consegue fazer parte da minha arquitetura tecnológica sem aumentar sua complexidade?” 

É essa integração entre tecnologia, governança e compras que permite transformar a digitalização do procurement em uma iniciativa realmente estratégica para a organização. 

Entre em contato com nossa equipe

;
quem somos semapi
Visão geral da privacidade

Este site usa cookies para que possamos fornecer a melhor experiência de usuário possível. As informações de cookies são armazenadas em seu navegador e executam funções como reconhecê-lo quando você retorna ao nosso site e ajudar nossa equipe a entender quais seções do site você considera mais interessantes e úteis.